Milhares de pessoas tomaram as ruas dos Estados Unidos neste sábado ( 18/10 ) em uma nova onda de protestos contra o presidente Donald Trump.
Batizados de “No Kings” ( “Sem reis” ), os atos foram organizados por uma coalizão de grupos de esquerda e aconteceram em mais de 2,5 mil cidades do país.
Em Nova York, uma multidão se reuniu na Times Square por volta do meio-dia, exibindo faixas e cartazes com críticas diretas ao presidente.
O movimento, que já havia mobilizado mais de cinco milhões de pessoas em junho, voltou a denunciar o que considera o comportamento autoritário de Trump.
Na página oficial da campanha, os organizadores afirmam: “O presidente acha que seu governo é absoluto. Mas na América não temos reis e não recuaremos diante do caos, da corrupção e da crueldade.”
Aliados de Trump reagiram, classificando os protestos como ações de “ódio à América” e acusando os manifestantes de ligação com o movimento de extrema esquerda Antifa.
Governadores republicanos colocaram a Guarda Nacional de prontidão em diversos estados, temendo episódios de violência.
Os protestos ultrapassaram as fronteiras dos EUA e também reuniram manifestantes em cidades europeias como Berlim, Madri e Roma, em apoio à mobilização americana.




