Casal foi preso em flagrante após a Polícia Civil localizar o corpo do bebê em uma sacola plástica. Investigações apontam que os suspeitos esconderam a gestação durante nove meses.
Uma jovem de 22 anos e o companheiro foram presos em flagrante, suspeitos de matar o próprio filho recém-nascido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O caso veio à tona depois que a mulher procurou atendimento no Hospital Municipal Adão Pereira Nunes e uma médica obstetra identificou sinais físicos compatíveis com um parto recente.
Diante da ausência do bebê, policiais militares que atuavam na unidade acionaram a delegacia local. Em seguida, os agentes iniciaram buscas e localizaram a criança sem vida em um cômodo nos fundos da casa da família, no bairro Jardim Primavera. O corpo estava dentro de uma sacola plástica.
Polícia Civil prende casal em flagrante
A Polícia Civil prendeu o casal em flagrante por suspeita de matar o próprio filho recém-nascido.
Segundo as investigações da 60ª DP ( Campos Elíseos ), a mãe escondeu a gestação dos parentes durante os nove meses de gravidez. Além disso, a investigação aponta que os suspeitos não desejavam a criança.
Médica levantou suspeita durante atendimento
O caso começou quando a jovem de 22 anos buscou atendimento no Hospital Municipal Adão Pereira Nunes.
Durante a consulta, uma médica obstetra percebeu sinais físicos compatíveis com um parto recente. No entanto, a ausência do bebê chamou a atenção da profissional.
Por isso, policiais militares que estavam na unidade acionaram a delegacia responsável.
Corpo do recém-nascido estava nos fundos da residência
Após receber a informação, os policiais iniciaram buscas na residência da família, localizada no bairro Jardim Primavera.
Os agentes encontraram o corpo do recém-nascido em um cômodo nos fundos do imóvel. A criança estava dentro de uma sacola plástica.
Casal apresenta versões diferentes sobre o crime
Segundo a investigação, os dois confessaram participação no crime. Contudo, apresentaram versões diferentes sobre quem matou o bebê.
Em depoimento, a mulher afirmou que a criança nasceu chorando e atribuiu ao companheiro a responsabilidade de retirá-la do local.
Por outro lado, o pai acusou a companheira de asfixiar o recém-nascido. Ele declarou que apenas ocultou o cadáver.
Caso segue sob investigação
Os envolvidos também admitiram que cogitaram enterrar o corpo da criança antes da chegada das autoridades.
O casal permanece preso à disposição da Justiça. Enquanto isso, a 60ª DP ( Campos Elíseos ) continua investigando o caso para esclarecer a dinâmica exata do homicídio.
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